CAMINHAR ATRAVÉS DO MEDO

2016-05-09

Se ainda nos agarrarmos a algumas sem as querer largar, pedimos a Deus que nos ajude a ter boa vontade. 


ALCOÓLICOS ANÓNIMOS, pág. 62

Quando fiz o meu Quinto Passo, dei-me conta de que todos os meus defeitos de carácter eram o resultado da minha necessidade de me sentir seguro e amado. Usar somente a minha vontade para trabalhar esses defeitos corresponderia a tentar obsessivamente resolver o problema. No Sexto Passo intensifiquei a acção que pus nos três primeiros Passos – meditando no Passo, dizendo-o vez atrás de vez na minha vida diária, indo a reuniões, seguindo as sugestões do meu padrinho, lendo e procurando dentro de mim mesmo. Durante os primeiros três anos de sobriedade eu tinha medo de entrar sozinho num elevador. Um dia decidi que tinha de enfrentar este medo. Pedi ajuda a Deus, entrei no elevador e, num canto, estava uma senhora a chorar. Ela disse que desde que o marido morrera, tinha um medo mortífero de elevadores. Esqueci o meu medo e confortei-a. Esta experiência espiritual ajudou-me a ver como a boa vontade era a chave para trabalhar o resto dos Doze Passos para a recuperação. Deus ajuda aqueles que se ajudam a si mesmos.

© Copyright, 1990, Reflexões Diárias, traduzido e reproduzido com autorização de Alcoholics Anonymous World Services, Inc.

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